Parkinsonismo
Lentidão, rigidez, tremor, alterações do equilíbrio ou marcha arrastada. Os sintomas podem se parecer com os da doença de Parkinson.
Entendendo a doença
A síndrome de Perry, também chamada doença de Perry, faz parte do espectro da neurodegeneração relacionada ao DCTN1. Em geral, começa na vida adulta e progride ao longo do tempo.
Alterações no gene DCTN1 afetam a dinactina, um complexo de proteínas envolvido no transporte dentro das células nervosas. A condição costuma ter herança autossômica dominante: cada filho de uma pessoa afetada tem 50% de chance de herdar a variante familiar. Variantes novas (de novo) também podem ocorrer.
Lentidão, rigidez, tremor, alterações do equilíbrio ou marcha arrastada. Os sintomas podem se parecer com os da doença de Parkinson.
Respiração mais lenta ou superficial, muitas vezes percebida primeiro durante o sono. Os sinais podem ser discretos e precisam de monitoramento ativo.
Depressão, perda de motivação, isolamento social, ansiedade ou outras mudanças de comportamento e humor.
Perda de peso inesperada e, às vezes, rápida, que pode ocorrer mesmo quando o apetite permanece bom.
Não. Ela pode causar parkinsonismo, mas é uma condição neurodegenerativa hereditária distinta, ligada ao DCTN1, com características respiratórias, de humor e de peso importantes.
Sim. O histórico familiar pode estar incompleto ou pouco claro, e uma nova variante de DCTN1 pode ocorrer. Um profissional de genética deve interpretar o risco individual.
Fontes verificadas em 20 de agosto de 2026