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História pessoal · Contada em um vídeo da Mayo Clinic

Dar um nome ao que a mãe estava enfrentando

As filhas de María Amparo Ramos contam a busca por um diagnóstico, a crise respiratória que levou os médicos a considerar a síndrome de Perry e a esperança que a família deposita na pesquisa.

María Amparo Ramos e sua família

História
María Amparo Ramos e sua família
Local do atendimento
Bogotá, Colômbia
Vídeo
4 minutos e 25 segundos
Áudio
Espanhol e inglês
Página atualizada
20 de agosto de 2026

A família e os médicos, em suas próprias vozes

María del Pilar Romo e María falam sobre o caminho da mãe até o diagnóstico. O Dr. Felipe Pretelt e o Dr. Zbigniew Wszolek acrescentam contexto clínico e de pesquisa.

Fonte do vídeo: Mayo Clinic. O áudio está em espanhol e inglês, com legendas nos sete idiomas do site.

Antes de haver uma resposta

María del Pilar descreve uma longa busca marcada por diagnósticos incorretos. Sua mãe recebeu tratamento para uma doença que não tinha, enquanto a família continuava procurando uma explicação que correspondesse ao que observava.

Uma crise mudou o rumo da busca

Uma crise levou a família ao Hospital San Ignacio. Na entrevista, o Dr. Felipe Pretelt explica que María Amparo chegou ao pronto-socorro com insuficiência ventilatória, um problema grave para movimentar ar suficiente para dentro e para fora dos pulmões.

O Dr. Pretelt e a equipe do Hospital San Ignacio reconheceram sinais característicos de parkinsonismo junto com o problema respiratório. María conta que a investigação e os testes genéticos posteriores confirmaram o diagnóstico. Pela primeira vez, a família teve uma resposta que reuniu os sinais motores e respiratórios.

“Foi difícil, muito difícil no começo; no entanto, foi um alívio descobrir o diagnóstico da minha mãe.”

María · Tradução da entrevista em espanhol

O alívio não tornou o diagnóstico fácil

O diagnóstico deu à família e aos médicos uma base mais clara para trabalhar juntos. María conta que sua família recebeu uma ajuda extraordinária da Mayo Clinic e do Dr. Zbigniew Wszolek. O Dr. Pretelt descreve a crescente colaboração em pesquisa entre a Mayo Clinic, a Universidad Javeriana e o Hospital San Ignacio, na Colômbia.

Uma família passou a fazer parte de uma busca maior

O Dr. Wszolek conta que seu trabalho com a síndrome de Perry começou em 2001, com uma família japonesa. Ele e seus colegas internacionais formaram um consórcio para encontrar outras famílias com o mesmo padrão incomum, retomar o contato com elas, coletar amostras de sangue e procurar a causa.

Ele recorda que, naquela época, o grupo conhecia apenas seis famílias. Esse número histórico não é uma estimativa atual das famílias que vivem com a síndrome de Perry.

Esperança por meio da participação

María del Pilar fala de sua fé na ciência e da importância da participação das famílias na pesquisa. Ela espera que o conhecimento compartilhado ajude todas as famílias afetadas e aproxime a pesquisa de uma cura. O Dr. Wszolek descreve essa esperança como uma motivação central para os médicos. Ela continua sendo uma aspiração: atualmente não há cura.

Pessoas que aparecem no vídeo

María Amparo Ramos

A mãe no centro da história.

María del Pilar Romo

Sua filha.

María

Sua filha.

Felipe Pretelt, MD

Médico do Hospital San Ignacio que aparece no vídeo.

Zbigniew K. Wszolek, MD

Neurologista da Mayo Clinic que aparece no vídeo.

Momentos importantes

00:20

O Dr. Wszolek apresenta a síndrome de Perry.

01:19

María del Pilar apresenta sua mãe.

01:35

Uma crise leva a família ao Hospital San Ignacio.

01:56

Investigação e testes genéticos.

02:22

A família descreve a dificuldade e o alívio.

02:46

O esforço internacional de pesquisa.

03:24

Fé, participação e esperança para outras famílias.

Sobre esta narrativa

A experiência de uma família não pode prever a de outra

A síndrome de Perry varia de uma pessoa para outra. Esta história não pode prever a evolução de outra pessoa, descrever todos os aspectos dos cuidados de María Amparo nem substituir a orientação médica. Alterações respiratórias podem ser urgentes. Qualquer pessoa com dificuldade respiratória nova ou que esteja piorando deve procurar ajuda médica imediata.